e se for pro tempo levar,
eu prefiro ser imortal,
pra resgatar a memória,
que a lembraça não foi capaz de esquecer.
e se for pra ser imortal,
que eu lembre para sempre do teu sorriso.
que eu lembre para sempre,
do que [nunca] poderá um dia acontecer entre nós.
e que do teu rosto,
eu tenha saudade,
e que da minha saudade,
eu sinta o teu calor.
31 março 2011
02 fevereiro 2011
vento no litoral
cá pra nós,
esse ar salgado,
esse vento gostoso,
esse silêncio também..
fazia tempo qu'eu não sentava num sofá sem nenhuma preocupação (aparente) em mente...
só o barulho das ondas lá atrás, a certeza de que tenho alguem pra amar e uma paz..
cada onda ao quebrar, é um suspiro de satisfação,
estou cansado...
de tudo e de algo mais.
mas...
esse ambiente e essa sensação ...
me da vontade de querer mais,
de sair, correr atrás.
não tenho palavras para descrever,
e por mais que eu tivesse,
me faltaria a capacidade de escrevê-las.
esse ar salgado,
esse vento gostoso,
esse silêncio também..
fazia tempo qu'eu não sentava num sofá sem nenhuma preocupação (aparente) em mente...
só o barulho das ondas lá atrás, a certeza de que tenho alguem pra amar e uma paz..
cada onda ao quebrar, é um suspiro de satisfação,
estou cansado...
de tudo e de algo mais.
mas...
esse ambiente e essa sensação ...
me da vontade de querer mais,
de sair, correr atrás.
não tenho palavras para descrever,
e por mais que eu tivesse,
me faltaria a capacidade de escrevê-las.
Ruminado por
Pedro Lira.
10 janeiro 2011
Rascunho
as palavras formaram chão,
logo agora que aprendi a voar,
quanto mais tempo passo do lado de cá,
imagino o quanto poderia ter conhecido do lado de lá.
aqui estou eu,todavia,
sem estar,
pensando em outro lugar,
pensando onde devo ir.
ultimamente,
tenho andado,
mas ainda assim,
parado.
nem lógica,
nem sentido,
nem coerência,
nem coesão.
me resta chão,
e desilusão,
me resta saber,
onde irei descansar.
porque cansei de ficar cansado,
e cansei, só de pensar em ficar parado.
logo agora que aprendi a voar,
quanto mais tempo passo do lado de cá,
imagino o quanto poderia ter conhecido do lado de lá.
aqui estou eu,todavia,
sem estar,
pensando em outro lugar,
pensando onde devo ir.
ultimamente,
tenho andado,
mas ainda assim,
parado.
nem lógica,
nem sentido,
nem coerência,
nem coesão.
me resta chão,
e desilusão,
me resta saber,
onde irei descansar.
porque cansei de ficar cansado,
e cansei, só de pensar em ficar parado.
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Pedro Lira.
19 dezembro 2010
Boa noite
o coração bate mais forte,
as mãos tremem,
a respiração "ofega".
não é orgasmo,
nem mesmo infarto.
é algo melhor,
que não deixa o sorriso sair
do mesmo molde onde se criou.
as mãos tremem,
a respiração "ofega".
não é orgasmo,
nem mesmo infarto.
é algo melhor,
que não deixa o sorriso sair
do mesmo molde onde se criou.
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Pedro Lira.
18 dezembro 2010
Conclusão
Sensação de escorrer por entre os dedos.
De ir mas ficar.
Não ir.
Mas foi.
Foi e não volta.
Não do mesmo jeito.
De ir mas ficar.
Não ir.
Mas foi.
Foi e não volta.
Não do mesmo jeito.
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Pedro Lira.
11 dezembro 2010
Um par é ímpar.
Ainda estão presentes os mesmos sorrisos,
As caras mudaram um pouco,
Mas o interior continua o mesmo.
Continuam o mesmo,
Mas por continuarem iguais,
Já estão diferentes.
E a igual diferença,
Faz com que haja singularidade
Na pluralidade da existência de cada ser.
Talvez então,
O pouco dessa diferença,
Faça tanto em meio a comparações,
Mas junto d'O Todo, se tornam vãs.
A vida se constrói de diferentes tijolos que se encaixam,
Existem brechas, apesar de compactos,
Mas que estas são suprimidas pela junção do cimento,
O amor pelo próximo.
No meu caso, minha casa já está montada.
Só está esperando por você.
Venha logo me ver,
Eu não aguento ficar sem vo.. .
As caras mudaram um pouco,
Mas o interior continua o mesmo.
Continuam o mesmo,
Mas por continuarem iguais,
Já estão diferentes.
E a igual diferença,
Faz com que haja singularidade
Na pluralidade da existência de cada ser.
Talvez então,
O pouco dessa diferença,
Faça tanto em meio a comparações,
Mas junto d'O Todo, se tornam vãs.
A vida se constrói de diferentes tijolos que se encaixam,
Existem brechas, apesar de compactos,
Mas que estas são suprimidas pela junção do cimento,
O amor pelo próximo.
No meu caso, minha casa já está montada.
Só está esperando por você.
Venha logo me ver,
Eu não aguento ficar sem vo.. .
Ruminado por
Pedro Lira.
29 novembro 2010
A estrada é o destino...
...e o carro-chefe disso tudo são os sonhos. Não exatamente o carro, mas os pneus. Eles sempre estão lá para te deixar mais rápido, dividir o peso, sustentar-te. Lembrar-te que tu tens um lugar para ir, um objetivo para atingir. Mas como nem toda estrada é perfeita, pode acontecer que num buraco do caminho você estoure seu pneu. Dá raiva ficar assim parado, no meio do nada, sem saber muito bem o que fazer. Depois de um tempo, quando a razão e a tranquilidade volta à mente, você lembra do step e volta a sonhar de novo. Talvez com o mesmo objetivo ou não.
Nessas estradas de dúvidas, objetivos e certezas, vou traçando meu caminho certo na certeza de que tenho de encontrar um caminho. Pode parecer complicado e contraditório, e é, mas deve ser sem graça ter a resposta antes do final do jogo. Daí então, todo este prelúdio sem gosto há de ter algum sentido.
Nessas estradas de dúvidas, objetivos e certezas, vou traçando meu caminho certo na certeza de que tenho de encontrar um caminho. Pode parecer complicado e contraditório, e é, mas deve ser sem graça ter a resposta antes do final do jogo. Daí então, todo este prelúdio sem gosto há de ter algum sentido.
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Pedro Lira.
Perdi o foco
É tanta gente falando ao mesmo tempo,
Que o som que sinto falta, é o som do silêncio,
É um mundo conectado, é um mundo em solidão.
Que o som que sinto falta, é o som do silêncio,
É um mundo conectado, é um mundo em solidão.
Ruminado por
Pedro Lira.
10 novembro 2010
Pensamentos soltos...
...faz tempo que não os junto.
E agora eu procuro,
quem um dia me falou,
que as idéias nunca tinham fim.
É agora, eu que procuro,
uma idéia para por um fim,
nessa minha vontade de começar algo.
No fim, enfim,
ninguém sabia de tudo,
só sabia, sim,
que ninguém esperava,
pelo que viria.
Tu viu ? Ria!
porque é no sorriso que se faz sarcasmo,
que é onde se faz cinismo,
que é onde se faz verdade,
que é onde se fez mentira.
Depois dos ímpares repetidos,
eu prefiro a singularidade de um par,
trecho esse que quase ninguém vai entender,
só apenas quem fundo olhar.
E agora eu procuro,
quem um dia me falou,
que as idéias nunca tinham fim.
É agora, eu que procuro,
uma idéia para por um fim,
nessa minha vontade de começar algo.
No fim, enfim,
ninguém sabia de tudo,
só sabia, sim,
que ninguém esperava,
pelo que viria.
Tu viu ? Ria!
porque é no sorriso que se faz sarcasmo,
que é onde se faz cinismo,
que é onde se faz verdade,
que é onde se fez mentira.
Depois dos ímpares repetidos,
eu prefiro a singularidade de um par,
trecho esse que quase ninguém vai entender,
só apenas quem fundo olhar.
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Pedro Lira.
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